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Título: BATMAN # 83 (Panini
Comics) - Revista mensal
Autores: O coração do silêncio - Coisas do coração (Detective Comics # 848) - Paul Dini (roteiro), Dustyn Nguyen (desenhos), Derek Fridolfs (arte-final) e John Kalisz (cores);
O coração do Silêncio - Cicatrizes (Detective Comics # 849) - Paul Dini (roteiro), Dustyn Nguyen (desenhos), Derek Fridolfs (arte-final) e John Kalisz (cores);
Queda Livre (Nightwing # 146) - Peter J. Tomasi (roteiro), Don Kramer (desenhos), Michael Bair (arte-final) e Nathan Eyring (cores);
O pequeno duque da morte (Batman # 680) - Grant Morrison (roteiro), Tony Daniel (desenhos), Sandu Florea (arte-final) e Guy Major (cores).
Preço: R$ 7,50
Número de páginas: 96
Data de lançamento: Outubro de 2009
Sinopse: O coração do Silêncio - Silêncio captura Selina Kyle, a Mulher-Gato, para atrair Batman para sua armadilha.
Queda livre - O final do arco.
O pequeno duque da morte - Batman de Zur En Arrh, aconselhado pelo Bat-Mirim, invade o Asilo Arkham para confrontar o Coringa. O comissário Gordon tenta sobreviver às armadilhas na mansão Wayne. O arco Descanse em paz em seu penúltimo capítulo.
Positivo/Negativo: Uma boa edição de Batman.
O arco O coração do Silêncio engrena. Embora o plano de Silêncio tenha alguma lógica de desenho animado, funciona bem para colocar os personagens em ação.
A postura do Batman perdendo o controle com os comentários sarcásticos do Coringa criam uma cena empolgante, que caracteriza bem os personagens e ainda serve ao andamento da narrativa e entrelaça a história ao arco Descanse em paz.
Em Asa Noturna, finalmente, o leitor vê o final do arco escrito por Peter J. Tomasi. A história não faz nada além de fechar pontas soltas. Não foi das melhores sagas do herói.
E Descanse em paz, principal história do Homem-Morcego na revista, continua com tudo. O roteirista Grant Morrison, creia, consegue justificar várias daquelas histórias estranhas do Batman da Era de Prata.
A viagem ao planeta de Zur En Arrh se torna uma alucinação, uma frase-gatilho hipnótica e um mecanismo de defesa da mente de Bruce Wayne. Assim como o Bat-Mirim, que representa parte da consciência do Batman, quando a personalidade de Zur En Arrh assume o controle.
Tudo que se desenvolve neste arco foi plantado pelas histórias anteriores escritas por Morrison, desde Batman # 58. O roteirista escocês escreveu uma longa narrativa com o personagem, centrado em sua busca pela lucidez e pelo equilibro mental.
Mas o que é elogio ao trabalho de Morrison, é crítica à arte de Tony Daniel. O desenhista tem muitos problemas de proporção em seu trabalho, sobretudo com expressões humanas. Por exemplo, o personagem Le Bossu tem a mesma cara com ou sem máscara.
Um desperdício que uma trama tão bacana tenha caído na mão de um desenhista tão fraco.
Classificação: 
- Lielson Zeni
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