Confins do Universo 218 - O infernal Hellboy
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MARVEL MAX # 10

1 dezembro 2004

Autores: Justiceiro - Nascido para Matar - Garth Ennis (roteiro)
e Darick Robertson (desenhos);

Alias - Brian Michael Bendis (roteiro) e Michael Gaydos (desenhos);

Poder Supremo - J. Michael Straczynski (roteiro) e Gary Frank (desenhos).

Preço: R$ 4,90

Número de páginas: 72

Data de lançamento: Junho de 2004

Sinopse: Em meio à Guerra do Vietnã, o coronel Frank Castle descobre
o Justiceiro adormecido dentro de si.

Em Alias, J. Jonah Jameson contrata Jessica Jones para descobrir
a identidade secreta de um certo aracnídeo.

A existência do Borrão de Atlanta se torna pública, e agora Mark Milton
tem a certeza de não estar mais sozinho no mundo.

Positivo/Negativo: A partir desta edição, contando com histórias
assinadas por Garth Ennis, Brian Michael Bendis e J. Michael Straczynski,
a melhor revista em quadrinhos nas bancas consegue tornar-se ainda melhor.

De cara, a primeira parte da minissérie Nascido para Matar, que
mostra Frank Castle lutando na Guerra do Vietnã.

As páginas iniciais são bem tímidas, mas à medida que a trama vai avançando,
começa a aparecer o jeito Ennis de ser, e o final da história, com o coronel
Castle conversando com um certo "eu interior", é a certeza de que coisa
muito boa vem por aí.

A arte de Darick Robertson também está excelente, principalmente sua caracterização
das selvas do Vietnã.

Em seguida, em mais uma história de Alias, Jessica Jones é contratada
para descobrir a identidade secreta do Homem-Aranha.

O roteiro escrito por Brian Michael Bendis só pode ser classificado como
a maneira mais elegante de humilhar seus colegas de profissão. A história
é simplesmente magistral.

Se normalmente os diálogos dele são muito acima da média, desta vez conseguem
ultrapassar todas as escalas e, acrescidos da belíssima arte de Michael
Gaydos, é o ponto de alto de uma edição praticamente perfeita.

Para fechar, mais um ótimo capítulo de Poder Supremo.

O Borrão de Atlanta é revelado ao mundo e Mark finalmente tem a certeza
de que não está sozinho no mundo.

Straczynski continua conduzindo lentamente a trama, como se quisesse matar
o leitor do coração, fazendo-o esperar outros 30 dias para ler mais uma
parte da série.

Para não dizer que a edição é perfeita: em Nascido para Matar,
página 19, 2º quadro, falta um "que" na frase "por eles deveriam se importar?".

Vá correndo à banca de jornal mais próxima e não titubeie em gastar R$
4,90 no que de melhor os quadrinhos de super-heróis podem oferecer.

Classificação:

4,0

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